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sexta-feira, 8 de março de 2013

Faces


É o nome de um album de Shawn Philips, datado de 1972.
Recordo-me de o ter por casa (nem sei de quem era) e de o ouvir regularmente.
Não é um disco muito conhecido; estou certo até que se perguntar a 100 pessoas, nenhuma delas o conhecerá.
Mas é um muito bom trabalho.
A minha favorita é a primeira música, Landscape; tem um poema engraçado e toda ela é um crescendo de sons. Começa muito calma e simplesmente e depois vai evoluindo para algo mais forte, mais agressivo.
Vale a pena ouvi-la:
Espero que gostem.

A letra é esta:
Level upon level of wash and stone
Cab drivers yelling that each one, each one's alone
A forced-up smile when casting your eyes
Insanity reigns on streets of no size
High crumbling walls of stones that have seen
The rigors of war and have never been cleaned
A modern pay turnpike in midst of it all
While an old woman works in a garden with trowel
Trees are just blooming, I've come just in time
Purple spring flowers in rebirth pantomime
A miniature red castle in black craggy pass
Jig-saw puzzle houses the resultants of mass
The top of a mountain cut off by the mist
And a white serene temple in space does exist
The lemon trees, oranges, and cactus alike
The growth of a vineyard with grapes not yet ripe
A truck is forced off as big as a house
While dawdling along like a little green mouse
A long sweeping view expounds my belief
And clear restless water with an absence of reef
Evolutions and cycles we come face to face
While foliage drifts in green filmy lace
Now rough and then coarse soon velvet to touch
Octagonal mosaic on a church that is such
And columns of clouds go boiling across
The mountains that stop them and suffer no loss
Head reeling cliffs that fall down to sea
While people are sleeping they hang peacefully
But the trucks rolling blindly are waking them up
To talk quietly murmuring over the morning's first cup
Arches and steps are seen everywhere
Manmade and Godmade and one made of air
The essence of time is virtually gone
Day goes and night comes, I breathe up my lawn
Buona sera, buona sera is a faithful reply
From any stranger you pass who catches your eye
And pinpoints of brilliance, some moving, some still
Are caught in the glass of my window sill
The pinpoints I mentioned I don't speak of stars
But then, think again, it's funny they are
Stars made by man who himself is a star
If only he'd realize the powers that are
And all he's got to do is lay down and play dead
And now looky here Vesuvius looms overhead

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Genial


Não gosto de música clássica.
Não fui educado nela, não tenho o hábito de a ouvir e nem sequer gosto.
Mas uma vez comprei a 9.ª Sinfonia de Beethoven e apenas porque sempre tinha lido que era o melhor trabalho musical de sempre e de todos os estilos.
Além disso, e confirmando essas leituras, soube que o CD, quando foi inventado, também foi pensado para ter uma capacidade suficiente onde coubesse a 9.ª sinfonia.
Isto não é feito por acaso, é o reconhecimento expresso da importância da peça.
Mas lá comprei o disco.
Claro que fiquei fascinado; mas mais que isso, fiquei foi cilindrado pelo segundo movimento, molto vivace.
É de uma pessoa se encostar à parede!
Nunca ouvi nada tão genial, nada que tão bem merecesse os encómios que lhe atribuem.





Mas, tirando isto, continuo a não gostar de música clássica; prefiro os clássicos (Beatles, etc.).

terça-feira, 22 de março de 2011

Dois livros numa loja

Estiva há dias em Cacilhas com um propósito: comprar um livro de que vim a saber aqui. Podia, claro, tê-lo encomendado mas já que ia a Lisboa aproveitei para passar na loja.
Não é uma livraria, é uma loja que vende várias coisas ligadas à música pop, entre as quais, livros.
Foi este o que eu comprei, conforme estava já combinado.
Trata-se de uma pequena enciclopédia sobre todos, ou quase todos, os conjuntos dos anos 60 em Inglaterra. Estão lá os mais famosos de sempre, os que gravaram e venderam dois discos conhecidos, etc..
Mas os livros, pelo menos para mim, são como as cerejas.
E farejando dentro da loja gostei de ver este:
Gosto muito deste grupo; além dos vários singles conhecidos, gosto bastante do Tommy (mas mais na versão com a London Symphony Orchestra) e do Quadrophenia (este estava na loja, aliás). 
Não resisti e comprei o livro. É bastante completo, grande (embora com muitas fotografias tem imenso texto, que é o que me interessa); e gosto, pronto.
Uma outra coisa que vi na loja foram uns isqueiros que eu quase jurava que eram da Zippo. Não eram mas sim de uma outra marca que não conhecia, Star. São iguais, à prova de vento, com o mesmo barulho de abrir e fechar a tampa (comparei logo com o meu) e, por fim, €20 ou €30 mais baratos que o Zippo.
Por último, a simpatia da dona, Cristina Martins, inexcedível.
Vale bem a pena ir a Cacilhas a esta loja.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

White Mansions



Há uns tempos que andava com uns sons na minha cabeça sem os conseguir definir ou identificar. O tempo foi passando e os sons continuavam.
A certa altura, comecei a lembrar-me deles e comecei a lembrar-me de onde eles eram exactamente; eram do LP White Mansions, de 1978.
Para mim, foi uma alegria a minha memória, isto é, ao de fim de algum tempo, saber o que tinha em mente.
E as músicas vinham surgindo.
Fui ao meu armário e encontrei o que queria, quero dizer, estava certo a respeito da minha pouca memória musical.
Uma das músicas que mais gosto é a do final da Guerra Civil, a respeito da investida do General Sherman até Savannah.
Foi uma guerra extremamente dura, como qualquer guerra civil (não nos podemos esquecer da espanhola, no século passado).
A letra é esta (como estão as restantes):


they laid waste to our land, they took it from our hand
from Atlanta to Savannah, they scorched our earth
they stole our corn and wheat, they left no food to eat
they slaughtered all the cattle, took the things of worth
well, we got women and children too
just the same as you
ain't it enough just to know that you got us beat
the hatred will never cease, even now that there's peace
the feelings will run as deep as the scars we bear
this ain't cloth we wear it's a rag, we're at the mercy of the carpetbag
what you call justice is plain unfair
how the hell can you ever claim
it's bin worth all of the pain
just to have us live together under one flag
they laid waste to our land, they took it from our hand

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Música & Som

Há pouco deixei um comentário no Beatles For Ever a respeito desta revista.
Este foi um número especial dedicado aos Beatles, à sua história e música. Foi a primeira vez que li alguma coisa a sério a respeito deles. Já conhecia as canções (o «Rock'n'Roll Music» tinha saído há dois anos; o «Love Songs» estava acabado de publicar; em 73 tinham sido editados os Albuns Vermelho e Azul) mas gostei muito de saber a história.
Esta revista foi publicada em Fevereiro de 1978 e custava 30$00.
Ainda hoje tenho esta revista religiosamente guardada.
Ainda bem!

sábado, 11 de julho de 2009

Help!


Sempre pensei que não gostava muito deste LP.
Sei que não é dos melhores (deve haver quatro ou cinco à frente) mas isso não me impede que goste dele, claro; se calhar gosto menos.
Outro dia estive a ouví-lo de fio a pavio e fiquei espantado com a impressão que me deixou.
Pode não um grande conjunto de músicas mas tem algumas absolutamente imperdíveis.
Help!, Ticket to Ride, You're Gonna Loose That Girl, You've Got to Hide Your Love Away e, claro, Yesterday.
Das canções que não são assinadas por eles, é claro que o destaque vai para Dizzy Miss Lizzie.
Afinal, é um grande LP!

sábado, 6 de dezembro de 2008

Obladi




Deixei um comentário na Loja de Esquina a respeito de um EP dos Beatles que foi publicado em Portugal a seguir ao Album Branco.
Lembrava-me perfeitamente da capa mas em nenhum dos livros que tenho sobre aquele grupo tinha o desenho.
Mas há sempre mais um livro sobre os Beatles e foi no Beatles em Portugal, de Luís Pinheiro de Almeida e Teresa Lage, que encontrei a capa (p. 162), bem como a data de publicação (Março de 1969).
Em casa dos meus sogros existe um exemplar deste EP mas eu só vou lá uma vez por ano e, se calhar, em 2009, não poderei ir. Vou esperar por 2010 para trazer o disco.
As músicas são: Ob-la-di Ob-la-da, Julia, While My Guitar Gently Weeps e Back in the USSR.
Esta fotografia (porque a do livro era demasiado pequena) foi tirada daqui.

quarta-feira, 25 de junho de 2008

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Há um tempo

Há quarenta e poucos anos saiu um album com uma capa parecida com esta. Mas, ainda assim, o melhor estava para vir. Não foi um novo disco mas sim um novo concerto ao vivo; uma só música.
A 25 de Junho tentarei mostrar.